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Zoofarmacognosia

21 de fev. de 2022
1 min de leitura


A zoofarmacognosia (que palavra estranha, hein!?) é resultado de uma mistura das palavras gregas zoo (que significa ‘animal’), pharma (que pode ser traduzida como ‘droga’) e gnosis (que quer dizer ‘conhecimento’) e se refere ao comportamento animal de automedicação.

Ou seja: à descoberta, pelos animais, de elementos da natureza que servem como remédios para uma série de males que podem ocorrer com eles.


Há muito tempo, o comportamento de determinados animais é estudado, incluindo sua capacidade de “saber” o que utilizar para prevenir, aliviar ou curar algum problema de saúde.


Essa sabedoria dos bichos é útil até para os humanos, como na busca de plantas com propriedade medicinais.


Já reparou como cães e gatos que vivem em casas com jardim, ou em lugares com plantas, têm o hábito de comer um pouquinho de grama? Essa prática parece estar ligada ao alívio de problemas de digestão.


Estudos mostram que a zoofarmacognosia, esse comportamento de se automedicar, está presente em mais de 200 espécies de aves. Algumas, por exemplo, constroem seus ninhos com determinadas ervas e plantas que podem impedir o crescimento de pulgas, carrapatos e piolhos. Outras aves se cobrem de formigas ou as esfregam em suas penas para se livrarem de parasitas.


Por incrível que pareça, até em invertebrados, a automedicação acontece.


Proporcione o contato com a natureza para seu pet explorar seus instintos naturais. Caso contrário, ele pode procurar se medicar nos lugares errados, levando a destruição, coprofagia e outros comportamentos como consequencia.


Você também pode plantar ervas medicionais e graminha de pipoca em casa

 
 
 

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